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O preço do café caminha pra fechar o mês de novembro com uma forte alta. O arábica já ficou 30 por cento mais caro, cotado a quase dois mil reais a saca. Enquanto o robusta, com avanço de 15 por cento, é negociado em torno de mil e 700. Em ambos os casos, o preço do café está num patamar recorde. O motivo é a oferta baixa nos maiores produtores mundiais, Brasil e Vietnã, afetados pelo clima ruim, além do alto volume do grão já negociado pelos agricultores e as preocupações com a próxima colheita.
O preço pago ao produtor pelo leite entregue em outubro caiu. Pelo menos é o que dizem pesquisas do Cepea ainda em andamento. Elas indicam uma recuo de dois por cento na comparação com o mês anterior, quando houve uma alta de 3,3 por cento e o litro foi negociado a dois reais e 86 centavos, na média. A provável queda de preços de outubro está ligada à maior oferta de leite, num cenário no qual a volta da chuva em várias regiões do país melhorou a qualidade dos pastos e aumentou a produção.
E depois da quebra no ciclo 23/24, por conta do clima ruim, a safra brasileira de milho deve crescer, no ciclo 24/25. Projeção da Conab fala em um avanço de 3,6 por cento, para quase 120 milhões de toneladas, o que ainda não recupera as perdas da colheita passada. O rendimento, se o clima ajudar, pode aumentar, para mais de cinco toneladas e 700 por hectare. Enquanto a área dedicada ao milho deve ter uma pequena queda, para 21 milhões de hectares.
Fonte: Agência Rádio 2