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Amazônia apresenta queda no desmatamento, mas degradação sobe quase 500%

O desmatamento na Amazônia teve queda de 7% no ano passado.

Porém, as queimadas causaram uma degradação de quase 500% no bioma.

Diferente do desmatamento, a degradação ocorre quando a floresta tem danos parciais. Significa que a vegetação permanece mas tem impactos importantes.

Em todo o Brasil, mais de 30 milhões de hectares foram queimados. A área é maior que o estado do Rio Grande do Sul.

Com relação ao desmatamento, na Amazônia Legal, em 2024, quase três mil e 800 quilômetros quadrados de floresta foram derrubados.

A redução foi de sete por cento. Por outro lado, o número de árvores perdidas equivale a mais de mil campos de futebol por dia no ano passado.

As informações são do Sistema de Alerta de Desmatamento, do Imazon, Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia.

Os dados resultam de uma metologia diferente da utilizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

Isso porque, segundo o Imazon, o sistema deles detecta áreas devastadas a partir de um hectare.

Já o do Inpe leva em conta áreas acima de três hectares. A degradação na Amazônia subiu 497% no ano passado. Isso tornou 2024 o ano com maior degradação florestal desde o início do monitoramento pelo instituto, em 2009.

Fonte: Agência Rádio 2

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