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Os últimos dias foram marcados por novas quedas no preço do porco. Em São Paulo, por exemplo, o quilo do animal vivo, posto, é cotado em torno de sete reais e 90 centavos, redução de dois por cento, do começo do mês pra cá. No Paraná, o suíno vivo, a retirar, é negociado abaixo de sete e 60 o quilo, queda também de dois por cento. Os dados são do Cepea. Desde dezembro, a oferta de animais para abate está em alta, o que força as cotações pra baixo. Enquanto a demanda perdeu força, entre outras coisas, por conta das altas no preço registradas na reta final do ano passado, que assustaram muito consumidor.
Já o preço do arroz continua firme, com a saca do grão em casca cotada em torno de 100 reais, no Rio Grande do Sul. Oferta e demanda estão ajustadas, mas a história poderia ser outra, se não fosse o aumento das importações, em 2024, ano marcado pelas enchentes no estado gaúcho, maior produtor nacional do grão. Dados do governo indicam que o Brasil comprou, de outros países, cerca de um milhão e meio de toneladas de arroz, o maior volume em mais de 20 anos. As importações superaram as exportações, algo que não acontecia há seis anos, em cerca de 70 mil toneladas.
E a safra brasileira de feijão vai crescer, no ciclo 24/25. A Conab projeta um avanço de 1,7 por cento da área de cultivo, para mais de dois milhões e 900 mil hectares. Com um rendimento três por cento maior, de quase mil e 200 quilos. O resultado será uma produção de três milhões e 400 mil toneladas, 160 mil a mais que na safra anterior. Isso na soma de todas as colheitas, já que o feijão é considerado uma cultura de ciclo curto, e de todas as variedades.
Fonte: Agência Rádio 2