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Depois da alta no preço registrada em dezembro, o algodão pode fechar janeiro mais barato. A pressão por valores menores para a pluma é fruto de uma combinação de fatores. Entre eles: a menor taxa de câmbio, que pressiona a paridade de exportação; e as quedas no mercado internacional, por conta do aumento da oferta e da tendência de uma demanda menor por parte da China. Com isso, dados do Cepea indicam que a libra-peso do algodão foi vendida, nos últimos dias, pouco abaixo dos quatro reais e 20 centavos.
Já o café segue valorizado. O arábica ficou quatro por cento mais caro, nesse mês, cotado acima dos dois mil e 300 reais a saca. Enquanto o robusta subiu seis por cento, para mais de mil e 900 reais. A volta da chuva em várias regiões fez bem para os cafezais e trouxe um certo alívio ao mercado, com a esperança de uma boa safra em 2025. Mas ainda não é, nem de longe, suficiente para compensar as perdas do ciclo passado, bastante afetado pela seca, e a redução da oferta no Brasil e no Vietnã, os dois maiores produtores de café do mundo.
E a produção brasileira de soja deve se recuperar, no ciclo 24/25. Ela encolheu quase cinco por cento, na safra anterior, mas pode aumentar 12 por cento na atual. A Conab fala em uma colheita total de 166 milhões de toneladas, o que seria um novo recorde. Caso ela se confirme, será puxada por aumentos da área de cultivo e, principalmente, do rendimento das lavouras. Que, se o clima ajudar, ficará acima de três toneladas e meia por hectare.
Fonte: Agência Rádio 2