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Os últimos dias foram marcados por preços firmes no mercado do trigo. No Paraná, a tonelada foi vendida acima dos mil e 400 reais, indicam dados do Cepea. E, no Rio Grande do Sul, a quase mil e 300. O fim da safra e a produção menor fazem a demanda superar a oferta e aumentam a necessidade de do Brasil importar trigo. A Argentina é um importante fornecedor para o país, porém, está em busca de negócios com outros parceiros, como a China, o que coloca pressão nos compradores brasileiros.
Outro produto valorizado é o café. O arábica tem sido cotado em torno de dois mil e 400 reais a saca. E o robusta a dois mil e 100. Em ambos os casos, os preços estão no maior patamar da história. As demandas interna e externa seguem altas. E, apesar da volta das chuvas e da tendência de uma safra melhor aqui no país, a oferta mundial de café é baixa, principalmente por conta dos problemas climáticos do ano passado no Brasil e no Vietnã, o que mantém os preços em alta.
E as vendas de máquinas agrícolas devem estacionar, neste ano, e ficar pouco abaixo de 50 mil unidades, mesmo patamar de 2024. Isso mesmo com a tendência de uma safra de grãos recorde, o que poderia puxar novos investimentos. A Anfavea, entidade que reúne os fabricantes, avalia, por exemplo, que as altas taxas de juros, depois de o Banco Central aumentar a Selic para a casa de 12 por cento, vão dificultar a compra de maquinário pelo produtor rural, que muitas vezes depende de financiamento.
Fonte: Agência Rádio 2