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O Brasil colheu, em 2024, cerca de 293 milhões de toneladas de grãos, queda de sete por cento na comparação com o ano anterior, ou quase 23 milhões de toneladas a menos. Isso mesmo com uma área plantada pouca coisa maior, de 79 milhões de hectares. Os números são do IBGE. Acontece que o rendimento das lavouras caiu bastante, em algumas regiões, consequência de problemas climáticos, como excesso de calor ou de chuva. Destaque negativo para milho e da soja, os dois grãos mais cultivados no país e cuja produção encolheu 12 e quatro por cento.
Saíram os zoneamentos para o cultivo de canola e centeio, em vários estados brasileiros. Os documentos estão disponíveis na internet, no site do Ministério da Agricultura e Pecuária. Eles informaram a melhor época e o tipo de solo indicado para o plantio em cada região. Tudo para evitar problemas com o clima. Sem esquecer que alguns programas de crédito e seguro rural exigem que o agricultor siga o que diz o zoneamento.
E as importações brasileiras de trigo estão em alta, mesmo com o dólar acima dos seis reais. Sem esquecer que é período de entressafra e que o país não produz todo o grão que consome. Em dezembro, o Brasil comprou do exterior 521 mil toneladas de trigo, o maior volume para essa época desde 2019. Com isso, as importações fecharam 2024 acima de seis milhões de meio de toneladas. Bem mais que em 2023, quando foram pouco mais de quatro milhões. Aqui no país, dados do Cepea indicam que a tonelada do trigo é vendida em torno de mil e 400 reais, no Paraná, e a mil 250, no Rio Grande do Sul.
Fonte: Agência Rádio 2